terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Cultura na Baixada Fluminense – Eleições 2012 e Perspectivas
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Nota - Suspensão dos Editais de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.
terça-feira, 26 de junho de 2012
PT, MARCOS REGULATORIOS E BASES SOCIAIS.
Na reunião da SECULT/PT-RJ realizada em Nova Iguaçu o companheiro Eduardo Lurnel em dado momento levantou uma questão que ficou martelando até agora na minha cabeça, e por isso, escrevo este pequeno artigo. Tentando me lembrar de suas palavras, mas tendo certeza que o sentido da afirmação era este, disse ele: “Construir marcos regulatórios não significa nada, sem uma base organizada para promovê- los”.
Esta colocação é uma verdade da práxis e, portanto, a afirmação carrega para nós petistas, uma constatação clara: “As mudanças do estado brasileiro via institucionalidade só serão possíveis, se caminharmos em consonância as duas proposições”. Para mim, este tem sido o nosso grande dilema: como fazê-lo dentro do nosso processo de governabilidade?
Partindo do pressuposto que realmente somos os sujeitos da transformação radical da sociedade brasileira, vimos que ao longo desses anos travamos batalhas homéricas com status quo para as mudanças dos marcos regulatórios como: Lei da Comunicação, Lei da Imprensa, Lei de Incentivo à Cultura, Sistema Nacional de Cultura, Controle do Judiciário, Reforma Eleitoral, Comissão da Verdade e muitas outras. Sem dúvida, me parece que este período e presumo até o final do segundo mandato da presidenta Dilma, nosso esforço deverá ser a consolidação das mudanças nesses marcos regulatórios que constituem a legalidade e institucionalidade da sociedade brasileira.
Ao caminharmos neste sentido estabeleceremos as mudanças no campo sociometabólico de nossa coletividade, e se somos os sujeitos desta transformação, logicamente, a promoveremos ou será que temos duvidas sobre as mudanças propostas por nós. O Brasil mudou não só porque economicamente melhoramos a vida do brasileiro comum, sobretudo, por desestruturarmos as antigas bases elitistas, classicistas, sexistas, discriminatórias e preconceituosas de nossa sociedade. Daí, a luta para transformação dos marcos regulatório é essencial para o processo de transformação da sociedade brasileira.
Por outro lado, sabemos que o compasso da governabilidade e os desejos e anseios das bases sociais não convergem sempre nas mesmas angulações a todo momento. Então, cabe a nós militantes partidários ter a clareza da necessidade de perceber o instante que deveremos voltar a nossa “atensão” para o fortalecimento e organização das bases sociais para promoção e implantação desses novos marcos legais.
Dentro desta perspectiva e entendendo que a leitura do companheiro pode até denotar um tom pessimista em relação ao assunto, é que me posiciono afirmando a necessidade capital das mudanças dos marcos regulatórios como os primeiros instrumentos para transformação de nossa sociedade. Por isso, devemos trabalhar por uma base partidária ampla para a governabilidade, por mais que nos pareça contraditório, porém, real para os enfrentamentos necessários. Levaremos tudo? Não! Contudo, creio que estaremos erguendo uma via segura para bases sociais possam se movimentar no processo de avanço da transformação de nossa sociedade. Esse é o nosso papel histórico e somos Petistas o bastante para isto!
*Lino Rocca
Subsecretario de Cultura de Nova Iguaçu - Membro da SECULT /PT-RJ
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Parabéns! PT/RJ, militância, agentes culturais e poder público - avanços e conquistas.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Regionalização – o novo caminho petista para o Estado do Rio de Janeiro
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Participação do Secretário Álvaro Maciel no debate sobre a Elaboração Final do Plano Municipal de Cultura de Nova Iguaçu
A participação do Secretário Álvaro Maciel no dia 20/01 no debate inaugural sobre a Elaboração Final do Plano Municipal de Cultura da cidade de Nova Iguaçu, foi recebida com extremo agrado e carinho. Nós petista locais representados pelo nosso Secretário Municipal de Cultura Anderson Àvila e eu, nos sentimos gratificados, não só pela presença como pela bela e importante fala feita por nosso Secretário da instância partidária.
Tendo em conta que no decorrer desses sete meses que fazem esta gestão, que poderiamos brincar de "sangue puro", vem redesenhando o sentido republicano e democratico da gestão, com transparência, diálogo, participação, e, principalmente com resultados estruturantes que ficarão mesmo depois de nossa passagem, como gostar de ressaltar o nosso Secretário e companheiro Anderson Ávila.
Contando , ainda, neste mesmo dia com as brilhantes intervenções dos companheiros Fabio Lima, representando Minc e Flávio Aniceto corroboraram para afirmação e constatação, que esta geração fundadora da SeCultPT no Estado do Rio de Janeiro, vem ao longo dos anos se preparando e aperfeiçoando para assumir o seu papel de direção na construção de uma politica para o setor da Cultura em todo o país.
Saber que contamos com apoio e carinho de todos da SeCultPT/RJ, nos faz caminhar com firmeza para construção de um Brasil melhor.
Saudações Petissta com 94% de aprovação pelo Data, quem viveu viu!!
Lino Rocca - Subsecretário de Cultura
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Nova Iguaçu - RUMO AO PLANO MUNICIPAL DE CULTURA
*Por Lino Rocca
A gestão petista na cidade Nova Iguaçu tem um trabalho pioneiro nesta questão, sendo uma das poucas cidades do país a ter um Conselho Municipal atuante e a promover a execução do seu Fundo Municipal, que no nosso caso, já está indo para sua segunda execução, fatos que nos colocam num patamar avançado e único na gestão da Cultura do país. Ao percebermos a dimensão histórica das tarefas já executadas por nós e por executar, devemos ter orgulho do sermos petistas, por estabelecer no país bases sólidas para consolidação de políticas públicas para o setor que promovam o sentido republicano da coisa pública, a democratização, a descentralização e a inclusão de toda à sociedade nos processos de criação, fomento e difusão da Cultura no país. Isto Nova Iguaçu faz algum tempo desde o governo de nosso companheiro Lindberg Farias.
Neste momento cabe a nós, a pedido de nosso Secretário, elaborar o texto base do Plano, fomentar e encaminhar esforços para o fortalecimento de nosso Conselho Municipal convocando toda a comunidade cultural para participar das possíveis Comissões Temáticas ou Câmaras Setoriais, com intuito de identificarmos as nossas produções, peculiaridades e necessidades, possibilitando a nossa inserção no Sistema Nacional de Cultura/SNC com a estruturação do nosso Plano Municipal de Cultura.
Desde o governo Lula em consonância MINC, Nova Iguaçu na gestão da Cultura vem construindo um diálogo profícuo com toda sociedade, promovendo uma gestão compartilhada entre poder público e sociedade civil organizada, na qual os dois lados têm responsabilidades e deveres a cumprir. O Plano Municipal de Cultura é peça fundamental para a consolidação das políticas públicas de Cultura como políticas de Estado e não de Governos.
Desta forma, um Plano Municipal de Cultura vem consolidar o processo em curso em nossa cidade, através das quatro Conferências Municipais de Cultura realizadas por nós ao longo destes anos, devendo ser elaborado em Fórum específico e constituído por toda sociedade para que a partir das idéias e propostas apresentadas por intelectuais, artistas, produtores, gestores públicos e privados e de todo cidadão interessado na questão, possamos constituir um debate amplo, rico e democrático, onde todo iguaçuano possa se sentir refletido. Assim, este Plano significará a consolidação de um grande pacto político no campo da Cultura, pois será transformado em Lei pela Câmara de Vereadores construindo um planejamento estratégico estabelecidos em metas a consolidar nos próximos dez anos.
Para isto, neste momento apontamos em consonância com MINC as seguintes diretrizes gerais para o plano:
1) A Cultura como política de Estado.
2) A Cultura como elemento de construção de valores simbólicos e desenvolvimento econômico e social.
3) Valorização da Gestão Democrática e descentralizada das ações e recursos.
4) Valorização da Diversidade reconhecendo a existência de múltiplas culturas dentro de uma mesma sociedade.
Além disto, apontamos duas questões centrais para organização deste Fórum:
1) A clareza que este Plano deve definir os conceitos de política cultural, apresentar diagnósticos e apontar os desafios a serem enfrentados em cada segmento da área Cultural identificados em nossa cidade, e por fim, formular diretrizes gerais e estruturar a intervenção do governo municipal através de programas estratégicos que agrupam tematicamente projetos e ações a serem implementados nos próximos dez anos.
2) Entender que os Planos: Nacional, Estadual e Municipal de Cultura consolidam políticas de Estado e não de Governos, que articulados entre si promovem um Sistema integrado de Cultura, potencializando cada esfera governamental de maneira que cada um, no seu ambiente geográfico e sociopolítico, promova ações que inter-relacionadas, constituem um todo ou seja uma política de Cultura para todo o país.
Então, companheiros e sociedade iguaçuana, vamos juntos rumo ao Plano Municipal de Cultura de Nova Iguaçu!!!
*Lino Rocca é Subsecretário de Cultura da cidade de Nova Iguaçu., Diretor Teatral e produtor cultural.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Do gozo a desmistificação – um caminho para prática teatral
*por Lino Rocca
Este texto nasce a partir da leitura de uma palestra dada pelo filosofo francês de origem argelina Louis Althusser num encontro com o importantíssimo Teatro Piccolo de Milão no meados de 1969 abordando os pensamentos de Marx e Brecht e entendendo-os como exercícios de duas práticas inovadoras. Segundo ele é evidente que Marx de um lado, e Brecht, de outro, identificaram que a Filosofia e o Teatro têm profundas relações com as Ciências, de um lado, e com a Política, de outro.
Para Althusser Marx e Brecht compreenderam cada um à sua maneira, que a questão central da Filosofia e do Teatro era manter com a Política uma relação mistificada. Ambas as estruturas são fundamentalmente determinadas pela Política, e, contudo, fazem de tudo para negar essa determinação, ou melhor, para fingir que escapam dela. A Filosofia e o Teatro falam sempre para encobrir a voz da Política. E conseguem muito bem. Althusser diz: ”Elas existem apenas através dela, e ao mesmo tempo elas existem para suprimi - lá, justamente à qual elas devem sua existência”.
Para Althusser o resultado é bem conhecido: “a Filosofia passa seu tempo afirmando que não faz Política, que está acima dos conflitos políticos de classe, que se dirige a todos os homens, que fala em nome da Humanidade, sem tomar partido, ou seja, sem reconhecer o partido político que ela segue.” É o que Marx chamava de a “Filosofia que se contenta em interpretar o mundo”. Na realidade, nenhuma Filosofia se contenta em interpretar o mundo: toda filosofia é politicamente ativa, mas a maioria das filosofias passa seu tempo negando que sejam politicamente ativas. Elas dizem: nós não tomamos partido em política, nós nos contentamos em interpretar o mundo, em dizer o que ele é. E ai vale afirmação - quando alguém vem lhes dizer: “eu não faço política”, pode estar certo que esse alguém faz. É a mesma coisa com o Teatro.
Desta forma, percebe-se a Filosofia como uma produtora de objetos de consumo para um gozo especulativo, e por outro lado, percebe-se o Teatro como produtor de objetos de consumo para o gozo estético. Os filósofos acabam criando filosofias para o consumo e o gozo especulativo, os dramaturgos, e os diretores e atores, acabam criando o Teatro para o consumo e o gozo estético. A crítica da especulação-interpretação do mundo em Marx e a crítica do Teatro digestivo em Brecht são uma única e mesma coisa.
Então, Althusser afirma: “Daí deriva a revolução da prática em Marx e em Brecht. Não se trata de criar uma nova Filosofia, ou um novo Teatro. Trata-se de instaurar uma nova prática no interior delas, para que elas deixem de ser interpretação do mundo, ou seja, mistificação, e sirvam à transformação do mundo”. Portanto, o primeiro efeito dessas novas práticas é o de afirmar a destruição desta mistificação e não da Filosofia e do Teatro. É preciso então, reconduzir ambas ao seu verdadeiro lugar, para fazer aparecer essa mistificação como mistificação e, ao mesmo tempo, para mostrar a sua verdadeira função: a de transformar a Realidade e o Humano.
Lino Rocca é produtor cultural e diretor de teatro.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Arte, Vida e Utopia
Ao potencializar as mais diversas expressões e saberes, a política cultural desenvolvida pelo governo Lula e agora pelo governo Dilma, alçou as vozes e práticas das camadas mais populares, conseqüentemente as mais oprimidas, a relevância na construção da idéia de uma Cultura Nacional. Desta forma, ao defender a diferença como forma de afirmação da igualdade pôs em prática a socialização dos acessos a produção e fruição dos processos e bens culturais.
Assim, nós do Setorial de Cultura do Partido dos Trabalhadores, se realmente pautarmos a nossa ação percebendo a construção Simbólica como central na valorização dos saberes e fazeres produzidos pelo “Povo” brasileiro teremos um caminho real para a transformação da sociedade na nossa busca “utópica” de um mundo de todos e para todos. Digo com grande convicção que se verdadeiramente entendermos o protagonismo e autonomia como elementos essenciais no processo cultural e erradicarmos a noção de que alguns são meros receptores desses valores e assumirmos o papel igualitário de que “todos” são emissores de valores no mundo contemporâneo provocaremos o enfrentamento concreto entre a idéia da Arte burguesa com todos os seus sentidos e campos e a produção cultural das grandes massas, e a partir daí, poderemos encontrar um novo sentido para discussão neste campo, não para negar a necessidade da Arte mais colocá-la numa nova tensão entre Vida e Utopia.
O Oprimido como poderia nos dizer, Augusto Boal, sempre produziu sua visão do mundo através da Cultura. A dita “cultura popular” está recheada de experimentações que a colocam sempre num campo de vanguarda na critica da opressão e também na da elaboração estética, afinal, poderíamos dizer que a mudança sempre vem do campo dos “mal - ditos”. Quem não sabe o samba já o foi, o forro, o axé e atualmente o funk. O que cabe aqui, neste momento, não é discutir a sua utilização pela indústria cultural produzida pela classe dominante na perpetuação dos seus interesses, cabe sim, refletir sobre as suas origens, suas conseqüências e a sua possível ação transformadora. O legado dos governos populares de Lula e Dilma será o empoderamento de toda a sociedade que saindo do papel de resistência e avançando para um protagonismo transformador retirará do centro das discussões a idéia de uma Arte de poucos e para poucos para uma Arte de todo dia, dia após dia.
Lino Rocca é diretor teatral e produtor cultural.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Cultura e a construção da realidade
Assim para mim, a primeira questão é encarar a importância histórica dos Partidos dos Trabalhadores neste campo de construção muito antes da dita “chegada ao poder”, portanto, a questão não é uma situação de momento e sim uma relação histórica das formulações petistas, tanto no campo da governabilidade como no campo ideológico e os fatos e a historia comprovam isto. A segunda questão é velha e reduzida discussão do projeto político de uma ou para uma sociedade e aí, entramos na verdadeira seara de discussão, pautada hoje sobre o MINC, em momento algum podemos esquecer o nosso entendimento do papel do Estado Democrático e Plural como promotor e indutor de desenvolvimento econômico, de construtor de relações de igualdade e de defensor da equidade sobre a divisão das riquezas na busca de uma sociedade mais justa e humana.
Estas sempre foram bandeiras defendidas por nós, creio eu, e não se trata de uma questão, mais uma vez, da tal “chegada ao poder”. Assim chegamos ao que Glauber Piva coloca como indagação básica e no meu entendimento central para nossa ação: “O governo brasileiro, assim como todos os governos de esquerda, em qualquer nível, esta diante de um desafio que vai além desse obvio: como organizar suas políticas públicas de maneira a estimular a emersão de uma visão de mundo que esteja ancorada para além dos interesses do capital e das estratégias consumistas do mercado? Como fazer isso garantindo liberdade de expressão, defesa da competição, respeito às minorias e aos direitos coletivos e individuais, a promoção da diversidade cultural e, ao mesmo tempo, reduzir desigualdades, induzir o fortalecimento de nossa economia e desempenhar um papel internacional que vá além de protocolares defesas dos Direitos Humanos?”
Desta forma, entramos na terceira questão essencial para a real mudança de nossa sociedade: o que iremos ou continuaremos a produzir como valores simbólicos. Promover simplesmente acessibilidade as relações econômica, socais e legais não basta para construção de uma nova realidade como já ficou comprovado em outros processos históricos, é necessário o ato continuo da transformação simbólica como ferramenta de construção de identidade e reflexão da realidade. Como diz Piva no seu texto: “No âmbito das políticas públicas de cultura, superar a miséria não é apenas tornar o sujeito mais capaz de consumir e acessar bens e serviços culturais, mas também torná-lo mais autônomo para produzir e compartilhar seus próprios conteúdos e significados....”
A partir daí, para mim, se configura a quarta questão vital para nós do Partido dos Trabalhadores a nossa responsabilidade como provocadores da efetiva construção desses valores fomentando uma ampla discussão que garanta todas as vozes e todas as idéias e que as mesmas circulem promovendo a pluralidade do debate. E ai, meus amigos leitores, a tradição petista de ir às ruas, provocar a discussão, encontrar-se com a massa é mais que histórica é genética e nisto ainda somos bastante fortes e não se preocupem logo o faremos, não tenho dúvida alguma. Agora, vou me despedindo com a certeza que demos alguns passos importantes para essa nova caminhada que a realidade nos desafia, como diria sempre o velho filosofo barbudo: ”sem medo de ser feliz.”
Saudações Petistas.
Lino Rocca é produtor cultural e diretor de teatro.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
DEPUTADOS DEFINEM A PRESIDÊNCIA DE MAIS 14 COMISSÕES PERMANENTES
Já as outras 12 ganharam novos presidentes: Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional, Jânio Mendes (PDT); Cultura, Robson Leite (PT); Defesa do Meio Ambiente, Átila Nunes (PSL); Emendas Constitucionais e Vetos, Dionísio Lins (PP); Indicações Legislativas, Clarissa Garotinho (PR); Esporte e Lazer, Chiquinho da Mangueira (PMDB); Normas Internas e Proposições Externas, Bernardo Rossi (PMDB); Prevenção ao Uso de Drogas e Dependentes Químicos em Geral, Rosângela Gomes (PRB); Saneamento Ambiental, Aspásia Camargo (PV); Segurança Pública e Assuntos de Polícia, Zaqueu Teixeira (PT); Turismo, Myrian Rios (PDT); e Comissão para Prevenir e Combater a Pirataria no Estado, Samuquinha (PR).
Presidente: Robson Leite (PT)
Vice-presidente: Marcus Vinícius (PTB)
Membros efetivos: Myrian Rios (PDT), Comte Bittencourt (PPS) e Aspásia Camargo (PV).
Membros suplentes: Marcos Soares (PDT), Xandrinho (PV), Sabino (PSC), Márcio Pacheco (PSC) e Luiz Paulo (PSDB).
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Daniel Guerra pode ser o novo Secretário de Cultura de Nova Iguaçu

Daniel Guerra vem durante a sua trajetória de vida construindo essa respeitabilidade e abertura na sociedade, dentro e fora de Nova Iguaçu, construção esta que lhe dá condições de interlocução com vários segmentos artísticos e sociais na Baixada Fluminense.
Durante os anos do governo Linderberg Farias juntamente com outros agentes culturais na Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu deixou plantado uma política publica que se consolidou com:
Conferência Municipal de Cultura;
Conselho Municipal de Cultura;
Fundo Municipal de Cultura;
Democratização da Casa de Cultura de Nova Iguaçu, atualmente Espaço Cultural Sylvio Monteiro;
Novo Carnaval na cidade e total apoio as agremiações carnavalescas, dando oportunidade de trabalho a mais de 100 músicos da região com os bailes populares;
Contribuiu como Coordenador Técnico na área de música do Livro BAIRRO-ESCOLA;
Foi Coordenador do Projeto CINEMA NOS BAIRROS , onde conseguiu alcançar mais de 85.000 de espectadores, contribuindo de forma positiva na descentralização da Cultura na Cidade.
Apoio a organização dos Artistas da Cidade e Entidades como : O Afoxé Maxambomba, Associação dos Músicos da Baixada e Entorno, Teia Baixada, a Associação dos Amigos do Espaço Cultural Sylvio Monteiro, bem como o compromisso com a oficialização dos Pontinhos de Cultura de Nova Iguaçu.
Além dos motivos acima, Daniel Guerra foi principal protagonista entre outros artistas, de talvez a mais importante política pública já realizada nesta cidade e provavelmente no Brasil, a aprovação na Lei Orgânica do Município (1992), do cargo de Agente de Cultura, até hoje não implementada, função semelhante ao Animador Cultural do governo Brizola, o que revolucionaria a Cultura e a Educação na nossa cidade, promovendo empregos, inclusão social e fortalecimento da junção Cultura e Educação.Sabemos que esta visão não será unanimidade, mas temos certeza do seu trabalho, compromisso e carinho com a sociedade iguaçuana e os seus companheiros artistas.
Ele próprio diz: "Não vendemos sonhos, sabemos de todas as dificuldades, por isto estamos preparados e contamos com o apoio de todos para efetivamente dar a relevância a Cultura de nossa cidade no cenário estadual e nacional, posição que deveríamos ter ocupado há muito tempo."
Apóiam este nome: Jorge Cardoso (poeta), Da Gama (Ex Cidade Negra), Miguel Bezerra (Repentista), Beto Souza (Músico Trio Nordestino), Marcos Serra (ator), Lino Rocca (ator - diretor teatral), Claudio Bastos (art desing), Jeferson Ribeiro (produtor), Edilson Sampaio(Moda), Robson Gabiru (compositor), Mestre Azulão (capoeira), Jairo Braulio (compositor), Arlene Afoxé Maxambomba, Sabá (músico), Flávia Soares (produtora), J. R Junior (Poeta e Arquiteto), Ismael Neto (Músico), Ausen Hauer (coreógrafo), Sergio Cara Preta (Trem da Harmônia), Edhu Carval (Músico), Giordana Moreira (produtora), Marcos Monteiro (historiador), Wagner Moreira (produtora), Marcia Rodrigues (produtora), Marcelo França (fotografo), Junior Domingues (músico), Luiz Camilo (músico), Tóto (Poeta), Robson Luy (Art Desing e Músico), Ramiro Maia (Teatro), Décio do Cavaquinho (Musico), Dida Nascimento (Músico – Centro Cultural Donana), Nilo - Banda Canto Livre (músicos), Bacural - Filhos do Nordeste (músicos), Macedo de Moraes (músico - poeta - compositor), Tereza Onam (música), Morgana Eneile (Sec Nacional do PT), Alvaro Maciel (Sec. Estadual do PT), Luis Orlando (Professor - Produtor de Eventos), Ronaldo Paz (Movimento Cultural), Jonson (Músico), Celsinho (Músico), Naldo Calazans (Ator - Animador Cultural), Rodrigo Rosado (Produtor) , Renato J. Andrade (Compositor) Rogerio Essen (Músico - Compositor), Xander Telles (músico e Produtor),Eduardo Barão (advogado e Músico), Rianne Leandro (produtora), Raymundo Araujo (Músico) Cesar Renato (Produtor Serc Cultura Nilopólis), Marlon Esteves (Músico e produtor), Margot Ferreira (jornalista), Robson Cecilio (Movimento Cultural) Karine Saboia (Médica) Marcelo Faria (Produtor), Leo Bruno (Músico), Cleise Campos (bonequeira), Morgana Eneile (museóloga), Alvaro Maciel (sambista), Marcelo almeida (ator), Abilio Ramos (diretor teatral).
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Um dia histórico e vitorioso para a SeCult PT/RJ.
Foi emocionante! O resultado da reunião foi tremendamente positivo e a cada fala mais se confirmava a necessidade da criação de um Coletivo que pudesse reunir os artistas, militantes e agentes culturais de diferentes municípios.
As fotos já chegaram, falta ainda emitir um documento, com nomes dos participante e com o resumo de algumas falas e as deliberações, tipo ATA de Fundação para ser encaminhada ao PT. A SECULT PT/BF não está pronta, optamos por um processo gradativo de construção, com reuniões itinerantes.
“o fortalecimento do PT nos municípios do interior do estado.”
Nossa militância tem a característica de se movimentar somente nos períodos eleitorais e/ou para as disputas internas. Dessa forma, deixamos diversas lacunas na construção orgânica do Partido. Por isso não podemos parar e mesmo no mês das Festas estamos trabalhando para dar prosseguimento às diretrizes estabelecidas pela Direção do PT/RJ e e pelo Coletivo da SeCult PT/RJ que é “o fortalecimento do PT nos municípios do interior do estado.”
Outras ações similares a da Baixada Fluminense já estão em curso em outras regiões, já iniciamos contatos com o Norte Fluminense, Lagos e Serrana Sul. Alô coletivo, hoje à noite estaremos em Cachoeiras de Macacu para o evento organizado pela companheira Maísa.
Álvaro Maciel
