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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Nova Iguaçu - RUMO AO PLANO MUNICIPAL DE CULTURA


*Por Lino Rocca

Hoje, com a gestão petista sob a liderança do Secretario Municipal de Cultura Anderson Ávila, conhecido como Anderson Batata, coloca de novo a cidade de Nova Iguaçu alinhada com a política cultural orientada pelo Ministério da Cultura e implantada aqui ao longo dos Governos Lula e agora Dilma conhecida pelos gestores e especialistas da área de CPF da Cultura, pois todo o programa do Sistema de Cultura é baseado no tripé Conselho de Cultura, Plano de Cultura e Fundo de Cultura e voltado para as três esferas de poder.

A gestão petista na cidade Nova Iguaçu tem um trabalho pioneiro nesta questão, sendo uma das poucas cidades do país a ter um Conselho Municipal atuante e a promover a execução do seu Fundo Municipal, que no nosso caso, já está indo para sua segunda execução, fatos que nos colocam num patamar avançado e único na gestão da Cultura do país. Ao percebermos a dimensão histórica das tarefas já executadas por nós e por executar, devemos ter orgulho do sermos petistas, por estabelecer no país bases sólidas para consolidação de políticas públicas para o setor que promovam o sentido republicano da coisa pública, a democratização, a descentralização e a inclusão de toda à sociedade nos processos de criação, fomento e difusão da Cultura no país. Isto Nova Iguaçu faz algum tempo desde o governo de nosso companheiro Lindberg Farias.

Neste momento cabe a nós, a pedido de nosso Secretário, elaborar o texto base do Plano, fomentar e encaminhar esforços para o fortalecimento de nosso Conselho Municipal convocando toda a comunidade cultural para participar das possíveis Comissões Temáticas ou Câmaras Setoriais, com intuito de identificarmos as nossas produções, peculiaridades e necessidades, possibilitando a nossa inserção no Sistema Nacional de Cultura/SNC com a estruturação do nosso Plano Municipal de Cultura.

Desde o governo Lula em consonância MINC, Nova Iguaçu na gestão da Cultura vem construindo um diálogo profícuo com toda sociedade, promovendo uma gestão compartilhada entre poder público e sociedade civil organizada, na qual os dois lados têm responsabilidades e deveres a cumprir. O Plano Municipal de Cultura é peça fundamental para a consolidação das políticas públicas de Cultura como políticas de Estado e não de Governos.

Desta forma, um Plano Municipal de Cultura vem consolidar o processo em curso em nossa cidade, através das quatro Conferências Municipais de Cultura realizadas por nós ao longo destes anos, devendo ser elaborado em Fórum específico e constituído por toda sociedade para que a partir das idéias e propostas apresentadas por intelectuais, artistas, produtores, gestores públicos e privados e de todo cidadão interessado na questão, possamos constituir um debate amplo, rico e democrático, onde todo iguaçuano possa se sentir refletido. Assim, este Plano significará a consolidação de um grande pacto político no campo da Cultura, pois será transformado em Lei pela Câmara de Vereadores construindo um planejamento estratégico estabelecidos em metas a consolidar nos próximos dez anos.

Para isto, neste momento apontamos em consonância com MINC as seguintes diretrizes gerais para o plano:

1) A Cultura como política de Estado.

2) A Cultura como elemento de construção de valores simbólicos e desenvolvimento econômico e social.

3) Valorização da Gestão Democrática e descentralizada das ações e recursos.

4) Valorização da Diversidade reconhecendo a existência de múltiplas culturas dentro de uma mesma sociedade.

Além disto, apontamos duas questões centrais para organização deste Fórum:

1) A clareza que este Plano deve definir os conceitos de política cultural, apresentar diagnósticos e apontar os desafios a serem enfrentados em cada segmento da área Cultural identificados em nossa cidade, e por fim, formular diretrizes gerais e estruturar a intervenção do governo municipal através de programas estratégicos que agrupam tematicamente projetos e ações a serem implementados nos próximos dez anos.

2) Entender que os Planos: Nacional, Estadual e Municipal de Cultura consolidam políticas de Estado e não de Governos, que articulados entre si promovem um Sistema integrado de Cultura, potencializando cada esfera governamental de maneira que cada um, no seu ambiente geográfico e sociopolítico, promova ações que inter-relacionadas, constituem um todo ou seja uma política de Cultura para todo o país.

Então, companheiros e sociedade iguaçuana, vamos juntos rumo ao Plano Municipal de Cultura de Nova Iguaçu!!!

*Lino Rocca é Subsecretário de Cultura da cidade de Nova Iguaçu., Diretor Teatral e produtor cultural.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Na perspectiva do Sistema Nacional de Cultura

por Suelyemma Franco

Cultura é sentido. É sentido da vida. È sentido da existência. E gera significado. Elucidando nosso papel na sociedade. A literatura de cordel é a fala do povo; é o povo que se comunica e que diz o que pensa. Quando se dança o jongo é a história que é lembrada, é a nossa ancestralidade recuperada. Tem alguém aqui que já entrou numa roda de jongo? Sugiro que entre e confirme que a roda dá segurança, dá força, religa, empondera. O circo é o exercício do desafio, do equilíbrio na adversidade. Essas ações fortalecem o sentido da cidadania e o seu exercício.

Entender-se cidadão, detentor de direitos e deveres alavanca o papel do indivíduo na construção do desenvolvimento do país – isso é educação e é cultura. A mobilização pela cultura continua e não para mais.

O marco regulatório da cultura “pede passagem”: Ainda está em tramitação a PEC 416/2005, que institui o Sistema Nacional de Cultura, a PEC 150/2003, que vincula à cultura, recursos orçamentários da União, estados e municípios, o PL n. 6.722/2010, que institui o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – PROCULTURA substituindo a atual lei de incentivo (Lei Rouanet). A lei do PROCULTURA estabelece que a União destinará, no mínimo 30% (trinta por cento) dos recursos do Fundo Nacional de Cultura aos estados, municípios e ao Distrito Federal, por intermédios do repasse Fundo a Fundo.Para tanto, é condição indispensável à existência nos municípios, do Conselho Municipal de Cultura, do Plano Municipal de Cultura e do Fundo Municipal de Cultura. Em 02 de dezembro de 2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei 12.343, que institui o Plano Nacional de Cultura – PNC, cria o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais – SNIIC e dá outras providências.

Para ler o artigo completo clique aqui.

Visite o blog do vereador Reimont: http://www.reimont.com.br/blog/