quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Para Palavras Cancerígenas
*Fábio Lima
A repercussão do câncer de Lula na internet remete ao clima de baixarias que inundaram as redes sociais nas eleições 2010. Não à toa. Lula é peça-chave no jogo político, e a boçalidade destampada no período eleitoral continua a ser alimentada à farta.
O ex-presidente fez bem ao tornar logo público o tumor na laringe. Agiu com a transparência que se espera de quem deixou o Planalto com índice de aprovação de 87%. Não se trata apenas de um drama pessoal. Embaralha qualquer cenário que se vislumbre para as eleições municipais de 2012 e, obviamente, para a sucessão presidencial de 2014.
É nesse contexto que desponta nas redes sociais a campanha “Lula, faça o tratamento pelo SUS”. Ela renova o ódio reacionário que marcou a disputa eleitoral do ano passado, em que o auge foi a exortação do afogamento de nordestinos em São Paulo.
Lula poderia ir a um hospital público, como o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, mas preferiu o Sírio-Libanês, onde seus médicos trabalham – também ali se trataram de câncer o então vice-presidente José Alencar e a então chefe da Casa Civil Dilma Rousseff. Aliás, é desejável que ele não ocupe vaga de quem depende da rede pública de saúde.
Por que a campanha para Lula se tratar pelo SUS? Só ressentimento e ignorância explicam tamanha estupidez. Algum mimimi se no lugar do petista estivesse um tucano de densa plumagem? E se Lula fosse ao Instituto do Câncer não receberia tratamento de ótima qualidade, como todos que lá estão? O mais curioso é ver que o sujeito que quer Lula num leito público também comemorou o fim da CPMF, cuja extinção beneficiou uma parcela de brasileiros que, da classe média para cima, deixaram de entregar 0,1% sobre o valor de cada movimentação financeira para a saúde pública.
O ódio dessa minoria contra Lula escandaliza agora alguns de seus críticos sensatos na imprensa. Mas não se trata de cobrar comportamento decente de leitores, quando parte da mídia é responsável por fomentar essa raiva e dela se beneficia. Basta recordar como foi a cobertura do título honoris causa concedido a Lula pela Sciences Po.
Choca que a galera vomite nas redes tanta escrotidão com a mesma — ou até mais — desinibição que em círculos íntimos. A parada, porém, é mais profunda. Não é uma questão de compostura, mas classe. Melhor, classes. Num clima que transborda o ódio de quem sente as referências de exclusividade social se esvair, ainda que muito, mas muito lentamente.
Fábio Lima é professor e está na assessoria do Vereador Leonardo Giordano em Niterói.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Encontro Setorial de Cultura
Companheiras
e companheiros,
dia 15/09 é a data limite para oPTar pela secretaria setorial de Cultura do PT.
Para isso é bem simples, informe:
dia 15/09 é a data limite para oPTar pela secretaria setorial de Cultura do PT.
Para isso é bem simples, informe:
1. Nome Completo;
2. CPF;
3. Cidade;
4. Nº da carteira nacional de
filiação, se houver.
5. Opção setorial, Cultura.
Envie as informações para secultptrj@gmail.com
Envie as informações para secultptrj@gmail.com
O encontro do setorial de cultura será na segunda metade de outubro, data à confirmar.
Lembrete: O participante
só poderá ser votado e/ou votar se estiver filiado no PT a mais de 1 ano.
Importante: Não deixe para a última hora! Por favor, envie seu
cadastro até o dia 13/09. Caso aconteça algum problema teremos tempo para
resolver.
Secretaria
Estadual de Cultura do PT/RJ
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Um projeto de cultura para o país
Reprodução do post no Facebook da ex-Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Marta Porto.
“Queridos amigos que comentaram aqui, enviaram mensagens, emails, telefonemas, só tem sentido estar a frente de um cargo público se há espaço e confiança para desenvolvermos um projeto de verdade, com as redes da cultura, mas também dos direitos humanos, da infância, da juventude, daquelas que ampliam nosso processo democrático.
A equipe que se juntou na SCC veio de vários pontos do Brasil, com histórias e compromissos politicos históricos com a cultura e as políticas culturais, Cesar Piva, Marcelo Marcelo Simon Manzatti, Paula Gamper, Renata Monteiro de Souza, Pedro Domingues Monteiro Jr, Elaine Rodrigues Santos, Clara Cecchini Do Prado, e trabalhamos 14, 15 horas por dia nesses últimos meses. Para organizar uma Secretaria complexa, dar respostas, e em especial elaborar um projeto de Direitos e Cidadania Cultural, onde o acesso a cultura, as trocas culturais, a conquista das causas que marcam o nosso tempo – Meio Ambiente, Direitos Humanos – fosse uma marca de um trabalho renovador para a cultura, em prol do chamado da Presidenta Dilma: “contribuir para a alma da democracia brasileira”.
Projeto iniciado na década de 80 pela Prof. Marilena Chauí e que teve no Partido dos Trabalhadores seu mais ardoroso defensor. Estivemos nesse momento e depois mais adiante para contribuir, alguns como eu em cargos públicos, na época como diretora de planejamento da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte, na Gestão Patrus Ananias. Hoje, tínhamos a certeza que poderíamos renovar esses compromissos a luz do espírito que marca o nosso tempo e a isso nos dedicamos dia e noite.
“Queridos amigos que comentaram aqui, enviaram mensagens, emails, telefonemas, só tem sentido estar a frente de um cargo público se há espaço e confiança para desenvolvermos um projeto de verdade, com as redes da cultura, mas também dos direitos humanos, da infância, da juventude, daquelas que ampliam nosso processo democrático.
A equipe que se juntou na SCC veio de vários pontos do Brasil, com histórias e compromissos politicos históricos com a cultura e as políticas culturais, Cesar Piva, Marcelo Marcelo Simon Manzatti, Paula Gamper, Renata Monteiro de Souza, Pedro Domingues Monteiro Jr, Elaine Rodrigues Santos, Clara Cecchini Do Prado, e trabalhamos 14, 15 horas por dia nesses últimos meses. Para organizar uma Secretaria complexa, dar respostas, e em especial elaborar um projeto de Direitos e Cidadania Cultural, onde o acesso a cultura, as trocas culturais, a conquista das causas que marcam o nosso tempo – Meio Ambiente, Direitos Humanos – fosse uma marca de um trabalho renovador para a cultura, em prol do chamado da Presidenta Dilma: “contribuir para a alma da democracia brasileira”.
Projeto iniciado na década de 80 pela Prof. Marilena Chauí e que teve no Partido dos Trabalhadores seu mais ardoroso defensor. Estivemos nesse momento e depois mais adiante para contribuir, alguns como eu em cargos públicos, na época como diretora de planejamento da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte, na Gestão Patrus Ananias. Hoje, tínhamos a certeza que poderíamos renovar esses compromissos a luz do espírito que marca o nosso tempo e a isso nos dedicamos dia e noite.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Cultura PT é solidária aos militantes da Saúde : todos contra às OS´s
Em relação
às últimas movimentações do Governador Sérgio Cabral para aprovação das
OS ´s para a área da Saúde, a SeCult PT/RJ vem declarar o seu apoio
ao Setorial de Saúde PT/RJ em busca do fortalecimento do SUS no Rio de
Janeiro e à posição contrária a adoção de OS´s na gestão pública da
saúde estadual. Apoiamos os parlamentares do PT que se apoiam essa luta,
que não é somente do PT e sim dos movimentos sociais e de todos os
profissionais da saúde.
A Secretaria de Cultura do PT tem participação marcante
nessa luta desde de quando a discussão surgiu, no âmbito da Capital Rio.
Fomos implacáveis na militância contra as OS´s. Levamos nossa posição
ao Vereador Reimont e também para Alessandro Molon, naquela época
Deputado Estadual e presidente da Comissão de Cultura da Alerj.
Participamos de todos os atos de rua e audiências públicas sobre o
assunto.
Hoje fizemos nova rodada de consulta e mais uma vez,
por unanimidade, o Coletivo Estadual de Cultura do PT/RJ declarou-se
firme em sua posição contrária às OS´s, tanto na Cultura, como na Saúde.
Atenciosamente
Álvaro Maciel
Secretário Estadual de Cultura do PT/RJ
Assinar:
Postagens (Atom)
